Daring Project

993616_672739892741723_1451857147_nEsta foi uma semana de loucos! Levantar às oito da manha, deitar às três da manha do dia seguinte, sempre a trabalhar em projetos pessoais e coletivos a um ritmo alucinante graças à motivação que esta maravilhosa equipa me conseguiu incutir. Incrível!

Inicialmente pensei que seria uma semana em que iria trabalhar com uma equipa com um programa rígido e pouco flexível, em que os conhecimentos relativos ao tema, empreendedorismo, seriam como que “despejados” como acontece na nossa vida escolar. Mas enganei-me, e ainda bem.

Esta semana foi incrivelmente fantástica! As atividades que desenvolvemos, as conversas que tivemos, os conselhos que se trocaram e sobretudo os laços que se estabeleceram, foram extraordinários.

Esta equipa proporcionou-me, e penso que a todos os meus colegas também, momentos que me permitiram crescer bastante individualmente, mudando a minha forma de encarar e resolver problemas, mas também coletivamente, pois ficou bem clara a extrema importância de uma boa equipa para se alcançar o sucesso.

Em primeiro lugar gostava de agradecer à Lina Figueira pela partilha de experiência, de maturidade e de conhecimentos que me proporcionou, ao João Remondes, (tens o dom da palavra João, falas mesmo bem!) pela ajuda que me deu tanto em projetos que estavam a ser trabalhados no evento como em projetos paralelos, e por fim ao Davis (“o técnico é fiche”) que me ensinou de forma simples e eficaz como definir uma boa estratégia de negócio nas suas diversas vertentes. Davis, não te vês livre de mim assim tão facilmente, até daqui a 2 meses!

Para terminar quero também agradecer à Fundação Lapa do Lobo pela oportunidade de crescimento que proporcionou a todos os jovens desta região e quero agradecer também à Sónia, à Isabel e à Arminda, toda a disponibilidade e amabilidade com que nos acolheram nas instalações da FLL.

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Mudar Portugal

Hoje em dia vivemos num mundo/numa sociedade de desafios.

Para mim, na vida há coisas boas e más (ou menos boas) que eu encaro como desafios. Assim, direta ou indiretamente, enfrentamo-los e para eles devemos encontrar, rápida e eficazmente, soluções. A linha de raciocínio que, atualmente, une a nossa população é só uma: o nosso país está “virado do avesso” e as coisas estão muito mal por causa da crise. Mas será só por isso? Penso que não. O facto de vivermos esta crise resulta do estado do país, isto é, tudo está “virado do avesso”.

No caso português, há três aspetos fundamentais que suportam esta minha linha de pensamento: o primeiro, Portugal é o único país que está em crise há mais de 30 anos; o segundo, há sempre alguém que nos resolve os problemas (que não nós); e o terceiro, talvez o mais penoso, passamos a vida a queixar-nos!

É frequente ouvirmos expressões como “partiu-se”, “acabou-se”, “gastou-se” (esta é por demais!), que ilustram na perfeição a forma como o povo português se desresponsabiliza e se lamenta. “Quem é que partiu?”, “Quem é que gastou?” são questões às quais ninguém sabe (ou quer) responder. Não serão elas uma justificação para a nossa passividade perante os acontecimentos?

O ser humano é insatisfeito por natureza; aquilo que hoje mais deseja, amanhã já não quer ou vice-versa. Quando se fala em crise, fala-se em dinheiro, dificuldades económicas, sociais… Ora, sabemos que um dos maiores anseios da população é ter dinheiro! Quantas vezes se ouve dizer “Ai se eu fosse rico…”? Muitas. Porém, no meu entender, as pessoas só não o são, porque não se esforçam o suficiente para tal e é este o grande problema da sociedade portuguesa: falta de esforço tanto individual como coletivo.

No dia-a-dia, todos nós procuramos, de certa forma, as coisas erradas. Porquê? Para evitarmos problemas e não termos que pensar em alternativas ou soluções! Será uma atitude correta? Claro que não.

O negativismo atual e em Portugal, em particular, traduz a nossa falta de confiança no futuro. Quando alguém pergunta como “vamos”, respondemos “ando atrás do prejuízo” ou então “mais ou menos”.

Este é um pensamento errado e grave, bastante grave até! Porque é que, em vez de corrermos atrás do “prejuízo”, não corremos atrás do “lucro”? Temos de nos consciencializar de que, para mudarmos o nosso rumo e o rumo do nosso país, temos de agir, de fazer alguma coisa, em vez de estarmos eternamente à espera de um “empurrão”.

Neste momento a faixa etária com melhores apetências/condições para operar esta mudança é a dos jovens, são eles que devem ser os primeiros a mudar – no sentido de saírem da sua zona de conforto – mas não só! A sociedade em geral tem um papel fundamental nesta mudança. Não podemos continuar com o nosso fatalismo do “Quem tudo quer, tudo perde” ou “Começas bem, vais acabar mal”. Não é fácil, mas “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”, não terá já dito isto o nosso Pessoa? E talvez neste verso esteja parte da resposta ao nosso problema. É preciso mudar a nossa mentalidade, mas também educar os mais jovens por forma a não terem medo do erro, pois é ele que nos faz crescer e evoluir ou não diríamos que “errar é humano”?

Para terminar, gostaria de partilhar uma experiência de leitura, mais precisamente de uma fábula cujo tema são os desafios. A fábula apresenta uma centena de sapos que pretendem atingir o alto de uma grande torre. Como a multidão que assistia a este evento não acreditava que os sapos conseguissem alcançar o topo, tentaram desmotivá-los com gritos e palavras pouco simpáticas. Alguns sapos começaram a cair, mas para espanto de todos, houve um que continuou e atingiu o topo. No final da prova, a curiosidade tomou conta da multidão que queria saber como é que ele tinha conseguido terminar aquele desafio tão difícil. Quando lhe foram perguntar, descobriram que ele era surdo, daí não ter ouvido as palavras de quem assistia, mas tinha um grande objetivo: realizar o sonho de atingir o topo da torre! E foi o que ele fez!

Tal como o “nosso” sapinho é tempo de lutarmos pelos nossos sonhos, por isso, não se sentem, mexam-se! Haverá sempre muita gente a dizer que não é possível, mas não desistam e sonhem alto, porque “o sonho comanda a vida”!

Lutem sempre com todas as vossas forças e ignorem “os profetas da desgraça” ou “os Velhos do Restelo”, tal como o sapo da nossa fábula.

Finalmente / Finally

(Versão portuguesa)

Olá amigos, há já alguns meses que ando a criar este blog. Está finalmente aqui. Eu vou usá-lo para partilhar alguns temas que, por alguma razão, são do meu interesse.

Quero dizer-vos que devem sentir-se à vontade para me enviarem algum email ou partilharem a vossa opinião pois é sempre importante ouvir outras vozes.

Aguardem que eu volto em breve.

Obrigado pela visita.

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(English version)

Hello guys, I have been creating my blog for the last couple of months. It’s finally here. I will use it to share with you some topics that are of my interest for some reason.

I want to say that you should feel free to send me an email or share your own opinion. Is always good to hear other voices.

I will be back.

Thanks for your visit.

Welcome