GAP YEAR Levado ao(s) Extremo(s)

Neste périplo estamos a ser levados ao limite em termos de vivências e realidades sociais, culturais e económicas. Além disso e com esse intuito, percorremos variados extremos geográficos do nosso mundo. Daí levarmos o Gap Year ao extremo e aos extremos.

Não obstante, 1 Gap Year 100 preconceitos visa um regresso livre de preconceitos, transformando 100 (cem) em “sem”.

Escolhemos o continente africano para palco do nosso projeto. Porquê África?

O “berço da humanidade” pauta por uma enorme diversidade étnica, cultural, social, religiosa e política, que valorizamos.

A pobreza geral da população permite que a nossa ação seja mais impactante e as experiências vividas em África são mais genuínas e autênticas, uma vez afastadas das habituais rotas turísticas.

voluntariado é parte crucial do nosso projeto, na medida em que, na nossa perspetiva, tem um elevado interesse social e comunitário, contribuindo para a nossa realização. Ao sermos voluntários, aliamos uma maneira única de descobrir um país, a sua cultura e as suas pessoas à realização de um trabalho com relevância para a população nativa.

Não esquecendo a nossa nacionalidade, exploramos a vasta herança portuguesa ao nível humano, cultural, gastronómico e arquitetónico. Selecionámos destinos nos quais ainda se podem encontrar marcas da influência portuguesa, a fim de compreender o legado do nosso império.

Contactamos com diversos regimes governativos, nomeadamente a Monarquia Constitucional, a República Presidencialista e a República Federal; com diferentes etnias e diferentes línguas, o que nos possibilita fruir de uma experiência mais alargada e enriquecedora.

Em suma, o projeto GAP YEAR LEVADO AO(S) EXTREMO(S), 1 Gap Year 100 preconceitos comporta uma variedade de experiências, que passam pelo enriquecimento intelectual, pelo confronto com outras culturas, pela vivência sem os “luxos” diários e pela ajuda aos mais carenciados.

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